Livros Lidos em Março de 2015

O primeiro trimestre do ano acabou. Em Março li dez livros. Vamos à lista?

“Dias Perfeitos”, do escritor Raphael Montes foi o primeiro título do mês. Uma história policial que envolve uma paixão de um rapaz com características psicopatas por uma jovem roteirista. Ele carrega a moça para uma viagem e os dois vivem momentos cercados de violência, tortura e ódio. Eu havia lido o primeiro livro do autor, “Suicidas” (ambos com resenhas publicadas aqui no blog) e esse livro ratifica que Raphel é um dos novos nomes da literatura policial brasileira.

Em seguida embarquei num livro de contos chamado “Dez centímetros acima do chão”, do escritor Flavio Cafiero. O livro apresenta contos foram escritos por ele no período de 2008 a 2013. As histórias são contadas a partir de coisas simples, pequenas, cotidianas.

O terceiro livro foi “O Clube dos Suicidas”, de Robert Louis Stevenson, mesmo autor de “O Médico e o Monstro”. Nessa história um grupo de homens se reúnem num clube cujos associados efetuam um sorteio em que um tem de matar o outro. O livro pode ser considerado um precussor das publicações policiais que conhecemos atualmente.

Embarquei ainda numa viagem à Kashgar com a personagem Evangeline Engligh, conhecida como Eva. Em “Guia de Uma Ciclista e m Kashgar”, de Suzanne Joison, a personagem vai à cidade para a implantação de uma missão religiosa em 1923 e resolve montar um guia para ciclistas.  Trata-se de um livro que capta a atenção do leitor pela sutileza da escritora ao contar a história.

“A Coragem de Ser Imperfeito”, de Brené Brown foi o outro livro lido em março. A escritora e Ph.D em serviço social expõe por meio de uma pesquisa as questões que permeiam a vulnerabilidade humana e como podemos, a partir desses momentos, ousar mais.

De John Green, li “O Teorema Katherine”. Collin teve dezenove namoradas chamadas Katherine, das quais levou um pé na bunda. Após a décima nona embarca numa viagem com o seu amigo Hassan e resolve elaborar um teorema que identifique o grau de aderência de relacionamentos.

Outro título lido foi “Os Segredos da Princesa de Cadignan”, do escritor Honoré de Balzac. Conta a história de uma mulher que após um duro golpe na Revolução de 1830, torna-se religiosa, opta por viver em reclusão, mas ainda pensa em viver os prazeres do amor verdadeiro.

Ainda na linha de clássicos me rendi ao texto teatral de “O Misantropo”, de Molière. Um homem inflexível que se coloca  como crítico da sociedade e da corte. A peça foi encenada pela primeira vez em 1666. Estamos falando de uma obra que se torna atemporal, embora tenha sido lançada no século XVII.

A História do Brasil esteve presente nas leituras do mês. Especificamente o período compreendido entre 1964 – 1985 por meio da obra do Professor Marco Antonio Villa, “Ditadura à Brasileira”. Recomendo para quem quer conhecer mais sobre a história do país.

Li ainda “O Ruído das Coisas ao Cair”, do escritor colombiano Juan Gabriel Vásquez. A história de Antonio Yammara cruza com a de Ricardo Valverde, em meio a uma Colômbia que convive com o narcotráfico. A morte de Valverde faz com que Antonio busque uma resposta para o ocorrido e se vê diante de descobertas sobre seu passado. A vida dos envolvidos na história de alguma forma se transformam.

Março terminou! Agora vamos ler os próximos! Abril chegou!

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