Envio anônimo de livro feminista – Primavera Editorial cria ação de venda criativa e provocativa - Tomo Literário

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Envio anônimo de livro feminista – Primavera Editorial cria ação de venda criativa e provocativa

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As mulheres passam a vida profissional adaptando-se a um ambiente criado para os homens e por homens. São elas que têm que alterar a maneira como falam e escrevem; mudar as roupas que vestem; achar natural serem negligenciadas, interrompidas e ter as próprias ideias creditadas aos homens. Para mudar esse cenário, o diálogo deveria ser o caminho natural. Mas, como falar para o chefe machista que ele precisa evoluir rumo à equidade de gênero? Como abordar esse tema com outras mulheres, em especial, as que reproduzem comportamentos masculinos inadequados quando se tornam líderes? Recomendar uma leitura sobre o tema pode ser uma alternativa elegante, mas será que esse ato não representa um risco para a permanência na empresa? Para resolver esse problema de forma criativa, a Primavera Editorial criou uma ação de venda diferente: o envio anônimo do livro Escute o que ela diz | Viés inconsciente – o que os homens precisam saber (e as mulheres têm a dizer) sobre trabalhar juntos, da norte-americana Joanne Lipman.

Durante o mês de junho, os leitores podem acessar o site da Primavera Editorial e optar pelo envio anônimo, ou seja, sem correr o risco de notas fiscais com identificação. Segundo Lu Magalhães, presidente da Primavera Editorial, a iniciativa está alinhada à crença da editora de que a leitura qualificada é um importante instrumento para oxigenar pautas e iniciar conversas difíceis. “O machismo derivado do viés inconsciente é um dos temas mais complexos de lidar no ambiente corporativo, porque tem um status de comportamento normal. Aliás, tem um caráter insidioso que permeia comportamentos masculinos e femininos. Com isso, levar para o centro do debate informações qualificadas e consistentes é um modo de transformar esse ambiente corporativo, entretanto, nem todos estão abertos a isso. Com esse desafio em mente, desenvolvemos uma forma para que se possa abrir um diálogo franco sobre o machismo de forma elegante, sem a exposição e atrito desnecessário”, detalha Lu. Para a compra anônima, basta acessar o link: http://primaveraeditorial.com


Escute o que ela diz...

A escolha do livro para a ação dialoga com esse objetivo. Mergulhando no vasto leque de iniciativas governamentais, experiências corporativas e pesquisas em ciências sociais, Joanne Lipman oferece revelações sobre o modo como homens e mulheres trabalham. A busca pela igualdade de gênero é percebida como uma luta feminina, liderada por mulheres e para o benefício das mulheres. Contrária à essa premissa, a escritora defende que ambos sexos devem combater os vieses inconscientes que perpetuam comportamentos inadequados nos ambientes corporativos e em toda a sociedade. Na obra Escute o que ela diz, a autora afirma que quando tivermos mais homens se mobilizando para acabar com a desigualdade de gênero, poderemos trabalhar lado a lado, vislumbrando um futuro diferente. Na prática, a mensagem trazida pelo livro é que homens e mulheres devem trabalhar juntos pela diversidade, para a equidade salarial e por oportunidades iguais, porque a diversidade é boa para todos – e está diretamente ligada a melhores resultados para as empresas.

Embora as grandes companhias estejam investindo em treinamentos em diversidade, Joanne Lipman aponta que homens jovens têm um papel descomunal nas culturas misóginas do Vale do Silício e em Wall Street. Mas há amplos indícios de que, no cômputo geral, a geração nascida entre a década de 1980 e início da de 2000 tem uma visão mais igualitária do mundo que as gerações mais velhas. Os homens da geração millennial– hoje entre 18 e 38 anos – têm mais probabilidades de favorecer um relacionamento igualitário entre maridos e esposas. Essa geração, inclusive, deve liderar uma nova cultura corporativa. Em contrapartida, a união entre homens e mulheres em prol dessa mudança de comportamento ainda está longe de ser uma realidade.

Essa desconexão entre homens e mulheres não faz sentido para mim. Se só falarmos entre nós, mulheres, apenas podemos resolver 50% do problema. Precisamos que os homens participem da conversa, que sejam nossos parceiros. E quanto os homens, a maioria deles não está nem perto de ser um vilão”, afirma Joanne.

Lançado pela Primavera Editorial, o livro é voltado a mulheres e homens interessados em se educar e promover a diversidade e igualdade de gêneros; profissionais de recursos humanos interessados em possíveis caminhos para implementar políticas de diversidade, equidade salarial e igualdade de oportunidades; e gestores querem debater e precisam de ferramentas e argumentos para levar a temática para dentro das empresas; e gestores.

Segundo Lu Magalhães, presidente da Primavera Editorial, Escute o que ela dizé um daqueles livros transformadores que devem ser lidos por pessoas dispostas a repensar a vida corporativa e em sociedade. “Nas entrelinhas de capítulos com títulos provocativos – A vida secreta das mulheres; O sucesso dela é o seu também; Todo mundo é meio sexista; As doze palavras mais terríveis do idioma inglês; Mulheres invisíveis; Qual o melhor lugar do mundo para uma mulher? eO futuro é agora – a autora convoca homens e mulheres a trabalharem juntos pela diversidade, em prol da equidade salarial e por oportunidades iguais. Defende que a real diversidade é boa para todos; que melhora os resultados da sociedade e das empresas”, afirma Lu.

Sobre a autora:

Autora do best-sellerThat's What She Said, Joanne Lipman é uma das jornalistas mais proeminentes dos Estados Unidos. Como diretora de conteúdo da Gannett e editora-chefe da USA Today e da USA Today Network, ela liderou 109 organizações de jornalismo, incluindo a Detroit Free Press, a Cincinnati Enquirer e a Arizona Republic. Nessa função, Joanne supervisionou mais de 3.000 jornalistas e levou a organização a vencer três prêmios Pulitzer – além de outros três finalistas do Pulitzer. A jornalista começou a carreira como repórter no The Wall Street Journal; assumiu o cargo de editora-gerente adjunta, criando o Weekend Journal e o Personal Journal; supervisionou coberturas que renderam três prêmios Pulitzer. O colunista de mídia do New York Times, David Carr, descreveu-a como "inovadora-chefe" da publicação. Posteriormente foi fundadora do Editor-in-Chief (Conde Nast Portfolio) e Portfolio.com, que ganhou o National Magazine e Loeb Awards. Hoje é comentarista de televisão na ABC, CNN, NBC, CNBC, CBS, MSNBC e PBS, entre outros. Seu trabalho tem sido destaque em publicações como o New York Times, The Wall Street Journal, Time, Fortune, Newsweek e Harvard Business Review.

Sobre a editora:

A Primavera Editorial é uma editora que busca apresentar obras inteligentes, instigantes e acalentadoras para a mulher que busca emancipação social e poder sobre suas escolhas. www.primaveraeditorial.com

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