1º Festival Literatura & Cultura Illuminare


A Editora Illuminare vem apresentar o 1º Festival Literatura & Cultura Illuminare - Araruama - RJ.

O evento ocorre no dia 03 de dezembro de 2016 às 15 horas e terá lançamento dos livros:
Bastidores - um dia na vida de um blog literário (Coletânea);
Iluminar - um romance fantástico, de Leonardo Lyra.

Terá ainda:
Poesias declamadas;
Musica ao vivo;
Artesanato literário;
Distribuição gratuita de livros;
Sorteios diversos e muito mais.

A entrada é franca.

Editora Illuminare indo mais a frente para divulgar novos talentos e destacar grande livros.
www.editorailluminare.com.br

Acompanhe o evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/980643658725461/

Local:
Casa de Cultura Araruama
Praça São Sebastiao, 148 / Alameda Manoel Bragança, 148 - Centro
Araruama - RJ




O Medalhão de Ísis - C. S. Camargo

No Oriente Médio, século IV, Ahlam Falak Bint Abbas está prestes a completar dezoito anos de idade. Filha do Sultão Abbas Mohamed Fadil, da cidade de Nifah, a jovem é destinada ao casamento com Marzuq, herdeiro do reino inimigo, Badhi. Marzuq é um homem que não tem boa fama.

Faris Zahir é um guerreiro. Destinado pelo próprio nome e detentor de atributos físicos que encantam as mulheres, ele terá a missão de encontrar um artefato solicitado pelo Rei Lahssam: Ankh Sagrado. Faris carrega descrenças advindas de seu passado.

No dia do noivado e do aniversário de dezoito anos de Ahlam ela recebe um lindo colar de seu pai. “O colar com que Abbas a presenteara possuía uma corrente larga de ouro ligada na pedra, que pairava no meio e se enrolava ao seu redor. A pedra central não tinha um formato uniforme, quase parecendo que havia perdido uma parte. Sua cor era num tom rosa claro envelhecido e possuía entalhada na parte de trás um símbolo que a princesa jamais vira antes.”

A cidade e o palácio são invadidos e a princesa é levada como refém. Faris é o homem que a carrega. Mesmo tendo ordens de matar os membros da família real algo o impede de fazer isso com Ahlam e de contar, posteriormente, a identidade da moça. O medalhão que ela carrega no pescoço havia despertado a cobiça de Marzuq, o pretendente, que a abandonara com os inimigos quando da tomada do palácio, num gesto de egoísmo e crueldade.

Eles (Ahlam e Faris) fogem pelo deserto e são perseguidos por criaturas assustadoras, como chacais e escaravelhos carnívoros. Nessa jornada encontram Hórus, que dá a eles a missão de zelar pelo medalhão. Faris ganha do deus egípcio uma adaga para as batalhas que enfrentarão. Ahlam e seu sequestrador/protetor se tornam alvo de perseguições, enquanto seguem a missão do Medalhão de Ísis. Um djinn (gênio) os acompanha numa lâmpada cedida por um sacerdote.

A cultura egípcia, com seus cultos e deuses, está fortemente presente na obra de Carol Camargo. A trama é bem desenvolvida e os personagens são bem construídos, conduzindo os leitores pelas aventuras e mistérios que se desenrolam. Claro que não falta uma boa dose de romance e descobertas intrigantes, tanto da história quanto dos personagens que dele fazem parte.


Os   diálogos são bem coesos e o jogo criado nas conversas entre Ahlam e Faris rende momentos de tensão, ironia e clima de romance. Tudo na medida certa.

A busca pelas peças que compõe o medalhão se inicia a partir da entrega de um mapa. Nada será fácil e eles vão encarar grandes aventuras e desafios numa jornada em direção ao Egito. A peça preciosa de Ísis é muito cobiçada. Até o deus Seth quer as partes do colar. Com o medalhão pode-se trazer à tona um dos maiores conflitos do Antigo Egito: a guerra entre Ìsis, Osíris e Seth.

“Há séculos, gênios, deuses e reis corriam atrás de alguma parte do poder da deusa egípcia – afinal, uma vida eterna seria também uma vida de poder sem fim frente a grandes impérios e civilizações.”
Na jornada eles passam por Meca, pelo Mar Vermelho, pelo Rio Nilo, enfrentam criaturas das mais diversas, descobrem histórias intrigantes sobre os deuses egípcios, encaram percalços, são perseguidos e se envolvem emocionalmente.

A história de Ahlam e Faris segue os preceitos da história de Ísis e Osíris. E Carol nos dá um texto rico em detalhes e que elucida pontos que vão sendo abertos na busca pelas peças de Ísis. A cada capítulo o anseio de descortinar a missão do casal de proteger o medalhão.

Primeiro livro da trilogia criada pela autora, “O Medalhão de Ísis” foi publicado pela Editora Arwen em 2016. É um livro surpreendente. História que fascina o leitor do início ao fim. Não vai ser difícil você se identificar com o casal de protagonistas e toda a mitologia egípcia que envolve o enredo. Diga-se que as histórias dos deuses egípcios são muito bem exploradas. Um excelente livro que clama pela continuação. O projeto gráfico da obra também é de qualidade e traz ilustrações e, logo no início, um glossário. Que venham as outras edições da trilogia, porque a história é de encantar.

Sobre a autora
Foto: Reprodução

Nascida no Rio Grande do Sul, C. S. Camargo é uma leitora viciada em história e coisas antigas. É forma da em Turismo e, por isso, busca transportar seus leitores para os locais e época em que a trama ocorre. Começou a escrever em meados de 2010 pequenos textos que tinham como cenário um teatro. Mais tarde, ainda naquele ano, iniciou a trilogia O Medalhão de Ìsis, finalizando o primeiro livro em 2013.

A trilogia sobre a princesa Ahlam e o guerreiro Faris surgiu após anos de rascunhos e pesquisa sobre o assunto, material que deu origem aos “Contos de Rá” que, mais tarde, foram adaptados para o primeiro livro – O Medalhão de Ísis.

A autora  ainda possui outros projetos paralelos, como a saga Guardiões de Aldore, sobre cultura celta e o Selo de Yokai.

Ficha Técnica
Título: O Medalhão de Ísis
Escritor: C. S. Camargo
Editora: Arwen
Edição: 1ª
ISBN: 978-85-68255-58-2
Número de Páginas: 247
Ano: 2016
Assunto: Literatura brasileira


Branco - Priscila Baroni

“Branco” é a primeira obra literária de Priscila Baroni. O livro foi publicado pela Editora Autografia em 2016 e conta com 372 páginas.

"Árvores, arbustos, pedras, chuva e solidão. Onde estava? Como fora parar ali? E o mais importante de tudo: quem ela era?"

No chamado Bosque das Vozes uma garota acorda. Ela não sabe onde está, de onde veio e quem é. Três crianças, Damian, Theodore e Mandisa encontram a menina. Ela se junta a eles e descobre que naquele misterioso local não é só ela que não guarda lembranças.

A aldeia em que vivem os meninos é formada por pessoas que não tem memória, não lembram de seu passado e de sua existência, e que são governadas por um rei, que vive instalado na chamada Cidade Real e usa a guilhotina como ferramenta e símbolo de sua tirania. Fascinado por lobos ele utiliza-se ainda de e um lobo cruel chamado Hovarr para amedrontar seus súditos.

Os soldados comandados por esse rei são chamados de Homens Lupus e alguns deles são tidos como elitizados, um grupo especial que cumpre funções mais específicas e de proximidade ao rei tirano. Aos Homens Lupus cabe vigiar os habitantes da aldeia e da Cidade Real. Qualquer contravenção, incluindo o fato de reavivar memória, é punida. Indicação que é dada pelas dores que as pessoas sentem.

A garota inicialmente é levada escondida ao orfanato em que os três residem. Ela é descoberta e no meio da aldeia, o Sr. Nicolini, dono de uma loja de ervas medicinais se envolve na história da menina, inventando um pretexto para a presença dela em meio aos moradores. Heinz, um Homem Lupus, também acaba por proteger a história contada pelo lojista. Se descoberta ser uma neonata, nome que era dado as pessoas que surgiam sem memória naquele lugar, ela poderia sofrer severas sanções.

Uma curiosidade, no entanto, chama a atenção. Quando um neonato surge, eles aparecem na Cidade Real. E isso não aconteceu com a menina, vez que ela acordou no temido Bosque das Vozes. Paira o mistério!

A menina passa a viver na loja com Nicolini. Ela tem lampejos de memória que aparecem repentinamente ou quando recebe estímulos externos. Sonha com imagens apagadas como um grande borrão branco. O que preocupa é que as pessoas que tem memória naquele lugar não são bem quistas pelo rei Matteo Lupino e são conduzidas para a guilhotina (num lugar chamado Palco, no meio da Cidade Real, para todos assistirem a execução).

Com Nicolini e seus amigos ela tem a oportunidade de conhecer a tão encantadora e temida Cidade Real. E lá começa a parecer que alguém está de olho na menina adotada recentemente pelo lojista da aldeia. Figura estranha aos demais moradores ela passa a chamar a atenção ainda que esse não seja seu objetivo. A garota enfrentará árduos percalços em seu caminho.


Um grupo conhecido como Resistência existe entre os moradores da aldeia. No entanto, as pessoas não sabem exatamente quem são. Acreditam, desde o primórdio da aldeia, que o grupo é apenas um mito.

“Ninguém nunca soube quando Matteo Lupino foi proclamado rei, nenhuma pessoa pode afirmar com absoluta certeza quando o seu reinado começara, tudo o que sabem é que ele sempre esteve presente, e que desde tempos incalculáveis ele já era rei e já governava suas terras com a mesma maldade e injustiça (...) muitos se acomodaram com a vida pacta sem memórias que viviam, mas outros, insatisfeitos com as inúmeras perguntas sem respostas, levantaram-se contra o rei, exigindo explicações. O resultado disso (...) a grande maioria foi chacinada sem piedade(...)”

A menina vive uma série de descobertas e enfrenta perigos.  Com sua determinação busca esclarecer tudo que a atormenta desde que acordara no bosque.  Sem medir as consequências ela vai adiante em seus objetivos e para isso conta com seus três amigos. O rei, no entanto, não poupará esforços para continuar a exercer sua subjugação sobre o povo.

A história da garota é  cheia de mistérios e descobertas que vão sendo feitas ao longo da narrativa. Um enredo bem tramado que absorve o leitor, além de Priscila Baroni ter uma escrita fluída e clara. As nuances dos diversos personagens e suas enigmáticas performances enriquecem a história e os pontos nebulosos que surgem ao longo da jornada são evidenciados ao leitor, por meio das descobertas feitas pelos personagens centrais. Ou seja, um mistério é lançado e é desvendado.

Mesmo as histórias secundárias são fechadas pela autora e dão coesão à obra. "Branco" é um livro que traz um universo cheio de fantasia e de magia,  que aponta a luta de um tirano, que chama o leitor para uma destemida garota que quer encontrar ou reencontrar a sua essência por meio de suas memórias.

Também são tratadas as relações de amizade e os laços de companheirismo e afeto que se formam com pessoas antes desconhecidas. Por mais que haja o vazio da memória dos moradores daquele reinado, de certo modo eles não estão sós. É na sua aparente solidão, provocada pela ausência de lembranças e pelo autoritarismo e medo empregados por um homem cruel que eles se solidarizaram e se veem capazes de ações gloriosas.

"Branco" foi um livro de uma leitura surpreendente. A literatura de fantasia com elementos de ficção científica e boas dosagens de aventura garantem uma história cativante sobre a busca da essência do ser e existir, ainda que resistir custe a própria vida.

Sobre a autora

Priscila C. Baroni nasceu em São Paulo. Apaixonada por leitura desde cedo, a autora é fã de histórias de fantasia, ficção científica e aventura, o que a incentivou a escrever. Apesar de já ter escrito artigos para revistas científicas em sua profissão como bióloga, Branco é sua primeira obra na literatura.

Ficha Técnica
Título: Branco
Escritor: Priscila Baroni
Editora: Autografia
Edição: 1ª
ISBN: 978-85-5526-632-4
Número de Páginas: 372
Ano: 2016

Assunto: Literatura brasileira

Pretérito Imperfeito - Gustavo Araújo

Toninho é um menino que vive com seu pai. Ambos não tem um relacionamento muito amistoso. O pai viveu e encarou a dureza da vida. O menino enfrenta dificuldades com sua apreciação por pássaros, perdeu a mãe muito cedo e sofre bullyng na escola, pois gagueja quando lê.

Em paralelo nos deparamos com a história da menina Cecília, contada sobretudo por cartas que ela envia a uma amiga chamada Carol. A menina vive numa grande casa e tem por hábito a leitura e a escrita. Seu pai, que tem uma história cercada de mistérios, tem de se afastar da família. Cecília, habitando aquela casa com sua mãe, costuma passear no bosque e depois do afastamento do pai passam a receber envelopes sob a porta.

A história das duas crianças, inevitavelmente, se entrelaçam a partir de um encontro no bosque frequentado por Cecília, em que Toninho vai para apreciar pássaros. Ela pede um livro a ele, justo para ele que tem dificuldade de leitura. A dupla de crianças passa a se encontrar para a leitura do livro. Conseguir um exemplar, no entanto, não será fácil para Toninho e ele tem de fazer algumas agruras para realizar seu objetivo.

Pedro Vieira, pai de Toninho, também tem sua história detalhada ao leitor. Pedro agora trabalha como mecânico e já teve outras atividades, das quais uma delas lhe rendeu a alcunha de Trinta e Três.
Em meio ao cenário político do país, dos quais o pai de Toninho e os pais de Cecília participam, as crianças mantém-se a certa distância, no entanto, não sem serem impactadas pelos acontecimentos que se sucedem.

“_ Por que nossos pais nos decepcionam? – perguntou ela, olhando para cima, como se buscasse a resposta desenhada em alguma nuvem.
_ Ora, eles são pessoas... pessoas normais, quero dizer. E por causa disso, não são perfeitos, tem filhos. Todo mundo erra, não é verdade?”

Toninho, de certo modo, lida com seu pai de maneira rude. O pai parece encontrar em seu recôndito passado a justificativa pelo seu modo de ser. Mas a dureza de Pedro, ainda assim, se mostra terna em ações que ele tem para com o filho.

E Cecília, aquela menina que gosta tanto de ler e escrever, desperta em Toninho uma paixão, a sua primeira. Os encontros na clareira do bosque, as conversas francas, os desabafos, enchem de leveza a vida dos dois.


Gustavo Araújo, o autor do livro, nos dá uma narrativa fluída, natural e agradável. Entremeando capítulos que falam do menino Toninho, de Pedro Vieira e as epístolas de Cecília, as peças da história das vidas desses personagens vão se encaixando, de maneira que o leitor não consiga querer parar de ler.

“Pretérito Imperfeito”, publicado pela Caligo Editora em 2015, foi uma grata surpresa e, além da escrita coesa, nos traz uma trama apaixonante. As questões e inquietações dos personagens são abordadas com sutileza e de maneira implícita, mas fortemente demonstradas em suas ações. Os próprios personagens em si são bem construídos e com características marcantes. A literatura, muitas vezes citada em função da paixão de Cecília pelos livros e a observação de pássaros que faz Toninho, os distanciam da confusão que acontece ao redor de suas casas e com seus pais. Mas o impacto de tudo, está na vida das duas crianças, ou seja elas não estão intactas dos abalos. É como se ali, no bosque e na leitura, eles encontrassem uma vida paralela.

Outrossim, além de Pretérito Imperfeito ser um excelente livro, é o tempo verbal que indica um acontecimento que se fez com início e fim no passado. A história contada pelo autor nos dá essa sutil e profunda relação que se forma no pretérito. Relações de pais e filhos com ausências emocionais e físicas, relação com a dificuldade de lidar com problemas na infância, o enfretamento de um menino que (quase sozinho) busca vencer a barreira do medo da leitura, a menina que sabe que algo de errado acontece e se refugia na literatura, a dureza que um pai carrega do passado... são histórias de vidas como de muitas pessoas reais. Gustavo Araújo nos conta de maneira fantástica como essas vidas se cruzam, como essas relações se consolidam, como é possível haver segunda chance, como o primeiro amor desperta e como é possível traçar o final de sua própria história.
Excelente leitura! Recomendo!

Foto: Reprodução
Sobre o autor

Gustavo Castro Araujo nasceu em Curitiba, PR, em 1973. Influenciado por Niccolò Ammaniti e John Boyne, escreveu seu primeiro romance, “O Artilheiro”, finalista no Concurso Nacional do SESC em 2009. Dois anos depois, teve o conto “O Logaritmo do Gato” selecionado para a Coletânea Machado de Assis, do SESC-DF. Em 2013, os contos “O Livro de Elisa” e “Catarina” foram publicados na Antologia “!” da Caligo Editora. Em 2014, o conto infantil “Tempo de Arte” foi selecionado para a coletânea “Monteiro Lobato” do SESC-DF. Em 2015, o romance "Pretérito Imperfeito" foi também lançado pela Caligo. Atualmente, administra o blog literário EntreContos.com

Ficha Técnica
Título: Pretérito Imperfeito
Escritor: Gustavo Araújo
Editora: Caligo
Edição: 1ª
ISBN: 978-85-67006-08-6
Número de Páginas: 286
Ano: 2015
Assunto: Literatura brasileira

[Lançamento] Bastidores: um dia na vida de um blog literário


A Editora Illuminare apresenta "Bastidores: um dia na vida de um blog literário".

Sinopse:

Dez blogueiros, dez histórias e muitos pontos de vista. 

Como é ser blogueiro? Como é lidar com os autores nacionais? E os grandes eventos, as resenhas, os livros autografados, os brindes e tudo que rodeia o mundo dos blogs literários?

Tem problemas ou é só uma vida cheia de livros e magia?

Vamos conhecer dez blogueiros, dez histórias e quem sabe você leitor ou escritor pode ser o personagem principal de uma delas.

São histórias e contos reais.

Afinal, quais os verdadeiros segredos dos bastidores de um blog literário?

Co-autores:

1. Beatriz Andrade da Silva – De Bem com a leitura
2. Lorena Caribé - Blog e Canal Aventura Literária
3. Ricardo Augusto Ricetti Biazotto - Over Shock
4. Karina Burini Correia – No meu Mundo
5. Viviani Xanthakos - Vivi No Caminho da Literatura
6. Patrícia Oliveira Brito Souza - Blog Leituras Plus
7. Nuccia De Cicco - As 1001 Nuccias
8. Vanessa Vieira - Pensamentos Valem Ouro
9. Juliana Rovere - Blog Coisas da Juu
10. Giuliana Sperandio - Clube do Livro e Amigos

Pré-venda: livro, marcadores especiais e frete grátis.

Saiba mais do livro e reserve o seu:http://www.livrariailluminare.com.br/bastidores


Antes que eu me esqueça - Dr. Leandro Teles

“Engana-se quem pensa que ter uma boa memória é lembrar mais coisas! A boa memória é a memória direcionada, que consegue separar o joio do trigo, que esquece o irrelevante e fixa o relevante, que se aloca organizada, precisa e acessível para a evocação. A memória é um conceito abrangente de gerenciamento de informação, tempo da necessidade, limiar de evocação, ajuste de gatilhos, ritmo de vida, controle de ruídos, verossimilhança com a realidade, enfim, sua melhoria envolve mais questões qualitativas do que quantitativas.”

Quando se fala de cognição, estamos falando de vários atributos do cérebro. E a capacidade cognitiva de um indivíduo advém de aspectos extrínsecos e intrínsecos. As pessoas são diferentes e, logicamente, a cognição de cada um se diferencia. Durante a nossa vida nós podemos burilar a capacidade cognitiva com hábitos, escolhas e treinamentos corretos.

Na contemporaneidade, nos deparamos com uma grande quantidade de informações e também com grande quantidade de pessoas que são insatisfeitas com a sua capacidade de memorização. O autor do livro ressalta três aspectos que podem influenciar: o elevado grau de cobrança, dinâmica da informação e, naturalmente, os fatores individuais.

O hábito é um grande aliado, mas não se pode esquecer que carregamos também os maus hábitos e para modificá-los é preciso reconhecer a sua existência e a necessidade de mudança.

Segundo Dr. Leandro Teles, neurologista, que publicou o livro “Antes que eu me esqueça”, pela Editora Alaúde em 2016: “o objetivo desse livro é compreender a sistemática de memorização, de modo que você (leitor) consiga construir suas próprias ferramentas na amplificação da função.”

O livro trata ainda do processo de memorização, esclarecendo o mecanismo do cérebro em fixar informações e como o leitor pode fazê-lo. Dr. Leandro expõe uma análise minuciosa de cada etapa do processo de memorização. A atenção é uma etapa importante e para tal é necessário direcionamento, sustentação e alternância.

Gerenciar o tempo também se faz imprescindível para auxiliar a memória. Para isso, recebemos dicas de usar quatro quadrantes para realização das atividades, classificando-as em importantes e urgentes, importantes mas não urgentes, não importantes mas urgentes e não importantes e não urgentes. Complicado? Não! No livro você verá como utilizar tal ferramenta. Para ganhar tempo é preciso ainda praticar o não, automatizar o que é possível e descentralizar atividades. É por meio da atenção que compreendemos as determinantes e os ruídos da primeira fase de memorização.

O autor passa então a dissertar sobre o processo de consolidação, ou seja, da fixação de informações. Na memorização “busque características peculiares que, quando associadas, trarão a informação completa”, recomenda. E são abordados conceitos mnemônicos como imagem mental, poder de síntese, aviso claro ao cérebro, associações mentais, encadeamento, regras personalizadas, pistas de evocação e revisão.



Um   capitulo, intitulado Aprendendo a Estudar, é dedicado a professores, pais e estudantes, visando “abordar, de modo abrangente e conceitual, alguns aspectos neurobiológicos que frequentemente limitam o rendimento escolar acadêmico”.

O livro também aborda dicas cognitivas para envelhecer com qualidade de memória, tais como manter o hábito de leitura, corrigir problemas sensoriais, ocupar o tempo com atividades intelectuais, ter vida social ativa e combater a solidão.

Dr. Leandro discorre  de forma leve e acessível ao longo de todo o livro. Sua forma didática de elucidar os conceitos é um dos pontos altos de toda a obra. Utiliza de analogias interessantes, bem como trata de aspectos que podem auxiliar ou prejudicar o processo de memorização. As analogias utilizadas auxiliam na fixação dos conceitos apresentados pelo autor. O assunto que pode parecer complexo toma ares de simplicidade com as explicações claras e versáteis que são empregadas.

As dicas que são dadas ao longo dos capítulos facilitam a compreensão e a aplicabilidade. Entra, dessa forma, na proposta do próprio livro, que é de afiar e aperfeiçoar a memória.

Importante ressaltar que ao leitor cabe a missão de se perceber e de buscar uma forma que atenda a sua demanda. O livro auxilia no entendimento de como funciona a memória. Dessa forma, podemos observar e nos atentar ao funcionamento do nosso próprio cérebro, buscando aumentar o nosso potencial. Ah! Antes que eu me esqueça: os pequenos hábitos e a mudança de estilo de vida influenciam positivamente no aumento da capacidade cognitiva.

O leitor terá acesso a esclarecimentos sobre fatores especiais que podem afetar a cognição, como distúrbios de tireoide, de hormônios sexuais e a maneira de nos nutrirmos. Impacto de atividades físicas e controle do famigerado estresse também são abordados.

Nas considerações finais o autor ressalta: “Memória perfeita não existe”. E nos aponta: “a questão final é treinar o cérebro para memorizar”, frisando que “a conquista de uma mente mais confiável exige reeducação cognitiva e trabalho árduo de reequilíbrio”.

“Antes que eu me esqueça” é um excelente livro para consultar, revistar, pesquisar e enriquecer a memória. Acessível, claro e objetivo, o neurologista Dr. Leandro Teles se expressa com proximidade do leitor, atuando como um verdadeiro consultor.

Foto: Reprodução
Sobre o autor

Leandro Teles é médico neurologista. Formou-se em 2006 pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Especializou-se em neurologia clínica no Hospital das Clínicas, titulando-se como especialista em 2009. Atuou como médico preceptor do Departamento de Neurologia do HCFMUSP entre os anos de 2009 e 2011, tendo participado diretamente da formação de centenas de novos médicos. Ministrou várias aulas no curso de graduação, sendo homenageado pelos formandos em 2010. É membro efetivo da Academia Brasileira de Neurologia (ABN). Conhecido por sua didática, descontração e linguagem simples, passou a ser consultor de inúmeros veículos de comunicação, como revistas, blogs, jornais, programas de rádios e televisão, sempre versando sobre assuntos relacionados à neurologia e comportamento. É responsável técnico pelo site www.leandroteles.com.br.

Ficha Técnica
Título: Antes que eu me esqueça
Escritor: Dr. Leandro Teles
Editora: Alaúde
ISBN: 978-85-7881-384-0
Edição: 1ª
Número de Páginas: 245
Ano:2016
Assunto: Memória

Crossroads - Quando os destinos se cruzam, está integralmente disponível no Wattpad


O escritor Ademir Pascale lançou seu novo livro  "Crossroads - Quando os destinos se cruzam" no Wattpad. O livro está completo. 

Confira a sinopse:


Allan, um jovem de dezenove anos que passa por problemas amorosos, financeiros e familiares. Anderson, um pugilista, cansado de ser humilhado desde a infância, tenta alcançar a fama a qualquer preço. Bezequiel, um padre que estuda o sobrenatural e que acaba descobrindo um dos portões do inferno. Três pessoas distintas, mas que possuem uma forte ligação.

Até que ponto você chegaria para alcançar o que tanto deseja?

Comentários de quem já leu:


"Assustador e humano, com bons toques musicais e solidamente plantado no cotidiano brasileiro, o livro traz situações e personagens tão verdadeiros, que a identificação com eles é praticamente imediata. Aí reside o mais assustador da obra."

Laura Elias - Articulista, palestrante e romancista, autora de 36 livros com temas sobrenaturais.

"O principal mérito de Pascale é justamente construir este quebra-cabeça de maneira coerente e dar uma profundidade aos personagens da trama. Outro mérito está no estilo de sua escrita, fazendo o texto fluir de forma agradável, colocando ganchos nos locais adequados e liberando as informações de forma a deixar o leitor interessado no final da trama."
Álvaro Domingues - Autor do livro Sombras e Sonhos.

"Uma das coisas que gostei no livro foi a maneira como Pascale  torna os personagens próximos de nós."

Daniel Borba - Além das Letras.

Leia no Wattpad:

Conheça o livro Brisa Filosófica


Chegou por aqui o livro “Brisa Filosófica”, do escritor Marcos Renato D’Alencar Carvalho Silva. Assim que ler, teremos resenha aqui no blog. E uma novidade: teremos também sorteio de um exemplar do livro. Enquanto isso, conheça a sinopse:

"Brisa Filosófica é um livro leve, moderno e intuitivo. Traz assuntos para reflexão individual e de interesse coletivo. É interativo e de conteúdo original, com respeito à liberdade de escolha e expressão de cada um. Concebido de forma poética, aborda temas como liberdade, corrupção, redes sociais, indignação popular, escolhas, preconceitos, bullying, amor, sexo, drogas, música, filmes, família, entre outras brisas e poesias. Alternativo, polêmico e didático, para leitura descontraída ou debates inteligentes. Sem censuras, nem apologias."

Você pode ter mais informações sobre o livro no site: http://www.brisafilosofica.com.br/


A Santa Aliança - A. J. Kazinski

A Santa Aliança, dos escritores A. J. Kazinski foi publicado pela Editora Tordesilhas em 2016 e o texto foi traduzido por  Mário Vilela.

Eva Katz, de 34 anos, chega ao Pomar das Macieiras, para seu primeiro dia de trabalho na cozinha da creche. Ela tem uma história de recomeço, em que se vê totalmente perdida após a perda de seu namorado no Afeganistão, a perda de seu emprego de jornalista e o abalo em sua vida financeira. Ao ficar com um grupo de crianças na creche em que começa a atuar, um dos meninos desenha o que parece ser um crime.

“Eram dois homens, não havia dúvida. Um assassinava o outro. Não era fácil adivinhar como. Com um empurrão? Uma faca?”

Por meio daquele desenho, Malte, o menino, queria contar alguma coisa para a novata que acabara de chegar ao recinto repleto de crianças. Eva, que tem o DNA de jornalista, embarca numa investigação sobre um suposto suicídio. O morto? O tio de Malte, chamado Christian Brix, que é irmão de Helena Brix Lehfeldt, a dama de companhia da princesa consorte.

A cada passo que a protagonista da história dá, vai descobrindo que está mais comprometida do que imagina e, claro, está sendo perseguida. O jogo realizado com Eva é racional e psicológico. A Santa Aliança, que é uma organização monárquica formada no século XIX pode ter alguma ligação com a morte? A constituição da Santa Aliança é um fato histórico. Ela foi formada em 1815 pelo Império Russo, o Império Austríaco e o Reino da Prússia, depois das guerras napoleônicas, com o intuito de garantir a realização das medidas aprovadas no Congresso de Viena e combater a difusão de ideias liberais pelo continente europeu.

O que parecia um simples crime pode fazer parte de uma rede de intrigas ainda maior do que Eva imaginava inicialmente. Ela vai ter de encarar desafios para descortinar o que envolve a morte daquele homem e porque ele fora assassinado, se desvencilhar das investidas de dois agentes de um organismo que serve à Santa Aliança e enfrentar seus traumas e medos.

“”Não, Eva”, disse a si mesma. “Agora faça o favor de controlar a sua psicose aguda provocada por ter sofrido trauma infantil e por ter ficado sozinha nesta casa de merda, com uma dívida do tamanho do mundo...””

Ela não esperava que em seu primeiro dia de trabalho na creche e a partir de um simples desenho de uma inocente criança, a sua vida fosse mudar completamente. E a transformação de Eva ao longo da história é bem demonstrada pelos autores, tornando-a uma personagem diferente dos tantos investigadores que vemos em outros livros. Ela se apoia, por exemplo, num antigo professor, por quem ela tinha antipatia e achava-se diminuída por ele nos tempos da universidade.


A.J. Kazinski nos traz uma trama que fala da monarquia europeia, da manutenção do poder na Dinamarca e da obstinação de uma jornalista em compreender e revelar o que é escondido, mesmo que isso coloque a sua própria vida em perigo. A dupla de autores tem em “A Santa Aliança” o seu terceiro romance. A.J. Kazinski é o pseudônimo dos escritores dinamarqueses Anders Rønnow Klarlund e Jacob Weinreich.

O livro é um excelente romance policial e tem um ritmo frenético e ações constantes do início ao fim, o que coloca o leitor dentro da história, sem fôlego para acompanhar a movimentação que se desenrola na trama. A rede de personagens com que Eva Katz cruza para seguir a sua jornada, vai abrindo o leque de possibilidades, no entanto isso não é um problema, posto que a trama se afunila para a conclusão de maneira magistral.

Os autores entregam um final surpreendente, típico de se imaginar acontecendo numa película cinematográfica. Aliás, durante todo o livro foi essa a sensação que senti, como se estivesse assistindo a um filme.

O texto traz questionamentos sobre o poderio econômico e político, sobre a dominação e a concentração de poder nas mãos de poucas famílias e sobre o enfrentamento em busca da verdade. O livro é realmente eletrizante e dinâmico e apresenta diversas reviravoltas ao longo da história.

A Santa Aliança é ficção que mexe com a realidade. Em meio a riqueza e a realeza há muito de podre e pobre (associando o adjetivo à nada nobre). A personagem central, Eva Katz, vai a fundo em suas investigações. Vale a pena o leitor embarcar com ela nessa história cheia de mistérios.

Foto: Reprodução
Sobre os autores

A. J. Kazinski é o pseudônimo dos escritores dinamarqueses Anders RønnowKlarlund e Jacob Weinreich, que colaboram pela segunda vez numa produção literária. Seu dois primeiro livros, O último homem bom e O sono e a morte, foram publicados pelo Tordesilhas em 2012 e 2013, respectivamente.

Ficha Técnica
Título: A Santa Aliança
Escritor: A. J. Kazinski
Editora: Tordesilhas
Edição: 1ª
ISBN: 978-85-8419-044-7
Número de Páginas: 488
Ano: 2016
Assunto: Romance policial

Editora do Brasil participa da 30ª Feira Internacional do Livro de Guadalajara


A Editora do Brasil, presente no mercado editorial há mais de 70 anos, participa pela primeira vez da 30ª edição da Feira Internacional do Livro de Guadalajara, que acontece de 26 de novembro a 03 de dezembro, no México.

A Editora do Brasil será representada na feira pela Brazilian Publishers, estande coletivo organizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e a Agência de Apoio à Exportação do Governo Federal (Apex-Brasil), e está bastante otimista com o potencial de negociação internacional do evento. “Esta é nossa primeira participação na feira e temos o intuito de apresentar nossa marca para o mercado latino-americano e mundial, contatar novos parceiros e estabelecer futuras negociações de compra e venda de títulos”, afirma Gilsandro Vieira Sales, Coordenador Editorial de Literatura Infantil e Juvenil, da Editora do Brasil.

As publicações da Editora estarão em português, mas os visitantes terão acesso a um catálogo, preparado especialmente para o evento, com mais de 90 títulos em espanhol. Dentre as publicações disponíveis, estarão os lançamentos infanto-juvenis para 2017 e os projetos premiados como, por exemplo, a Série Toda Prosa e a Coleção Crianças na rede. “A Editora do Brasil tem muitos anos de experiência atendendo o diversificado mercado brasileiro. Nossos livros didáticos, infantis e juvenis utilizam uma linguagem que interessa à sociedade. Acreditamos que a feira será uma grande oportunidade de divulgar a cultura e o trabalho literário brasileiro”, completa Gilsandro.

Sobre a Feira:

A Feira Internacional do Livro de Guadalajara, criada há 30 anos pela Universidade de Guadalajara, é voltada para profissionais da área e público em geral e caracteriza-se como a mais importante edição na Ibero-América. O festival cultural conta com um fórum para discussão acadêmica e um programa onde os autores de todos os continentes e línguas participam. Ao todo, estarão presentes na feira dois mil editores de 44 países, com um total de 400.000 livros em 23 línguas. A delegação Brasil comemorará seu quinto ano com a presença de dez autores.

Sobre a Editora do Brasil:

Fundada em 1943, a Editora do Brasil atua há mais de 70 anos com a missão de mudar o Brasil por meio da educação. Como empresa 100% brasileira, foca a oferta de conteúdos didáticos, paradidáticos e literários direcionados ao público infanto-juvenil. Foi fundadora da CBL, SNEL, FNLIJ, IPL e da Abrelivros. Os títulos da Editora do Brasil podem ser adquiridos por meio de seu e-commerce: (http://www.editoradobrasil.com.br/lojavirtual/) ou em lojas físicas como, por exemplo, sua loja, em São Paulo (Rua Conselheiro Nébias, 891 – Campos Elíseos).

Serviço:

Data: 26 de novembro​ a 03 de dezembro
Local: Expo Guadalajara – Av. Mariano Otero 1499, Colonia Verde Valle – Guadalajara, Jalisco, México.
Estande da Brazilian Publishers - Câmara Brasileira do LivroEstande LL8
Horários para o público geral: 26 e 27 de novembro e 1, 2 e 3 de dezembro das 9h às 21h. 28, 29 e 30 de novembro das 17h às 21h.

A programação completa da feira pode ser conferida aqui: https://www.fil.com.mx


Diário de uma escrava - uma obra visceral


250 mil pessoas desaparecem no Brasil, sem deixar vestígios. Desse total, 40 mil são menores de idade, e um terço são meninas destinadas a fins sexuais. Algumas são encontradas e contam terríveis histórias a que foram submetidas, mas outras sequer são vistas com vida.

"Diário de uma escrava", da escritora Rô Mierling, é lançamento da DarkSide Books e trata da história de uma menina sequestrada por um psicopata, que mostra seu lado doentio e uma visão deturpada do sexo, usando a mulher como objeto sexual. O livro é baseado em fatos reais.

A autora se muniu dos melhores livros e pesquisas sobre o assunto – incluindo casos reais ocorridos na Europa e nos Estados Unidos. Admiradora do trabalho de Ilana Casoy, Rô sabe que não podemos fechar os olhos para a dura realidade. Sua narrativa é detalhista e, por vezes, impiedosa. Não há amores melosos, flores e corações, Rô Mierling vê sombras. Não há espaço para fantasia em seu dia a dia.

Na Revista Dark, declarou:

"Se eu não acordar para trabalhar, morro de fome, não tenho ninguém por mim. Luto para não ficar doente, para não ser assassinada, não ser vítima de violência, não ficar louca e ainda assim chegar à noite de mais um dia. Isso não é fácil, é dark."

Leitora que gosta de sangue, morte e maldade humana, fica preparada para qualquer coisa que pode surgir em seu caminho.

Rô Mierling organizou diversas antologias, além de ter autopublicado e colocado no Wattpad mais de dez livros. A preferência pelo terror e pelo suspense psicológico é naturalmente refletida em seus livros. Na DarkSide Books, sua nova casa editorial, a autora apresentará um terror real, o mal que pode brotar em qualquer um de nós. A autora quer alertar, mas em forma de ficção e baseada na realidade.

Confira a sinopse de "Diário de uma escrava" divulgada pela editora:

Laura foi raptada e jogada no fundo de um buraco por um completo desconhecido. Ela vê sua vida mudar, e passa a descrever com detalhes íntimos cada dia, cada ato, cada dor que o sequestro e o aprisionamento lhe fazem passar. Estevão é um homem casado e trabalhador, mas que guarda em seu íntimo uma personalidade psicopata. Ele percorre ruas e cidades se apossando da vida de meninas ainda muito jovens. Mergulhando fundo nessa fantasia, ele destrói vidas, famílias e sonhos, deixando atrás de si um rastro de dor e morte. Narrado em forma de diário, o livro acompanha os momentos mais cruciais da vida de Laura, período em que algo dentro dela também se modifica de uma forma inimaginável em busca da sobrevivência. Publicado originalmente na plataforma digital Wattpad, onde já teve mais de um milhão e meio de leituras, Diário de uma Escrava apresenta um retrato duro, cruel, abominável, mas infelizmente mais comum do que se imagina, no Brasil e em todo o mundo. A obra de Rô Mierling é, acima de tudo, um alerta para todas as mulheres. Através dele, a autora denuncia os diversos tipos de violência que muitas mulheres são obrigadas a suportar em silêncio e nas sombras da sociedade.´

Para adquirir o livro na pré-venda acesse: 

Saraiva       Amazon



Livros Lidos em Outubro de 2016


A lista saiu com um pouco de atraso, uma vez que tive de me ausentar das atualizações do blog durante alguns dias de novembro. No entanto, falha, mas não tarda. Vamos conhecer um pouco sobre os livros lidos em outubro? Veja a lista e um breve comentário sobre cada uma das publicações.

“A Santa Aliança”, de A. J. Kazinski foi publicado pela Editora Tordesilhas. Conta história de Eva Katz, uma jornalista que se vê num emprego em uma creche. No primeiro dia de trabalho ela recebe um desenho de uma criança. O desenho parece demonstrar um crime. Eva então começa a investigar o caso e se envolve numa trama intrincada que toca, inclusive, a monarquia Dinamarquesa. A jornalista corre perigo durante a busca pela verdade.

“Exorcismo”, foi outro dos livros lidos no mês de outubro. O livro publicado pela DarkSide Books e escrito por Thomas B. Allen, apresenta o caso real do menino que inspirou o livro/filme “O Exorcista”. Prepare-se, reze e leia. O livro é de aterrorizar e é uma excelente indicação para quem gosta do gênero de terror.

Do autor Clive Barker, “Evangelho de Sangue”, também publicado pela DarkSide Books conta a história de Harry D’Amour que se vê envolto num jogo diabólico que envolve o Sacerdote do Inferno. Harry será o testemunho dos atos e da filosofia do sacerdote. Enfrentamento com demônios, perseguições, descobertas macabras e assustadoras preenchem as páginas do livro com muito terror e medo.

“Contos Regionalistas - Folclore Brasileiro”, é uma publicação da Editora Illuminare e trata-se de uma antologia de contos que tem como foco central o folclore brasileiro. Com organização de Rô Mierling o leitor tem acesso a treze contos que despertam o imaginário.

Li ainda “Desista e outras histórias”, de Franz Kafka, ilustrado por Peter Kuper. O livro publicado pela Conrad reúne nove histórias de Kafka, dos quais sete tem texto integral. Elas ganham vida pelas mãos de Peter, que as ilustrou. Nas narrativas estão presentes todo o absurdo, a dúvida, o vazio e a solidão que são marcas do autor.

“Antes que eu me esqueça”, do Dr. Leandro Teles, é uma publicação da Editora Alaúde e apresenta informações, técnicas e hábitos para afiar a mente e aperfeiçoar a memória. Um livro para consultar, rever, pesquisar e se informar. De linguagem fácil, clara e acessível o neurologista explora o cérebro e seus mecanismos de fixação de memória.

“O Vale dos Mortos”, primeiro livro da saga de zumbis escrito por Rodrigo de Oliveira, foi lançado pela Faro Editorial. Nesse volume cientistas descobrem um planeta que está em rota de colisão com a Terra. As pessoas caem desmaiadas, vitimas de um estranho surto e se tornam zumbis. Um casal e seus filhos iniciam uma jornada de luta pela sobrevivência e de restabelecimento no que sobrou do seu próprio mundo. Eletrizante!

Da Editora Autografia, li “Mudança de Rota”, de Jardel Amaral. O livro conta a história de um sequestro de avião, num país da América do Sul que vive sob regime ditatorial. Um grupo de guerrilheiros sequestra o avião para exigir a libertação de companheiros e asilo político. Entre um dos comissários e a líder do grupo surge um laço de amizade e o sequestro transforma a vida de todos que participam do evento.

De Stuart Moore, publicado pela Novo Século li “Guerra Civil”, o romance adaptado dos quadrinhos de Mark Millar e Steve McNiven. Uma trágica batalha deixa uma cratera na cidade e centenas de mortos. O governo exige que os super-heróis se registrem e passem por um treinamento para usar seus poderes. De um lado um grupo acredita que isso seria coerção e de outro há quem concorde. Trava-se uma batalha entre grupos de heróis.

Em e-book li “A Sociedade do Espetáculo”, de Guy Debord. O livro trata da espetacularização que a sociedade vive em que a imagem é mais valorizada do que a realidade. O capitalismo é amplamente criticado, em função de criar uma falsa imagem, que transmite uma realidade distorcida e aceita pela sociedade em detrimento das mazelas reais que o mundo vive.

Pra encerrar o mês li “Peter Pan”, de J. M. Barrie. O livro publicado pela Editora Zahar conta a história do menino que não quer crescer e que leva Wendy e seus irmãos para a Terra do Nunca. Lá eles vivem diversas aventuras, enfrentando o temível Capitão Gancho.

Foi isso! E em novembro tem mais!